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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
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domingo, 21 de agosto de 2011
Os riscos das fórmulas |
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As doenças da tireóide mais freqüentes entre as mulheres maiores de 35 anos podem trazer prejuízos à saúde. Um dado preocupa: o uso de pílulas para emagrecer é uma das causas do hipertireoidismo induzido, conforme revela pesquisa. Com a chegada do verão, aumenta na mulher o desejo de estar mais magra para usar biquínis e se expor ao sol com um corpo perfeito. Querendo alcançar a boa forma a todo custo, as mulheres lançam mão de recursos nem sempre muito saudáveis, como as pílulas de emagrecimento. As fórmulas manipuladas na maioria delas contêm hormônios tireoidianos, que poderão causar alterações na tireóide, glândula fundamental ao equilíbrio do organismo. Pesquisa realizada em duas faculdades do Rio de Janeiro com 1299 brasileiras acima de 35 anos revela um aspecto preocupante: 12,3% das entrevistadas sofrem de hipotireoidismo espontâneo, ou seja, sua glândula tireóide produz pouco hormônio (T3 e T4). A maioria delas não tinha conhecimento disto. O que foi constatado também é que 34% das mulheres que participaram da pesquisa usaram em algum momento fórmulas para emagrecer que continham hormônio tireoidiano. As que utilizaram esse medicamento nos últimos dois meses apresentaram supressão do hormônio TSH (que controla o funcionamento da tireóide). Como conseqüência desse desequilíbrio ocorre um aumento do hormônio tireoidiano, que leva ao hipertireoidismo induzido. Segundo a Dra. Rosely Sichieri, do Departamento de Epidemiologia do Instituto de Medicina Social da UERJ, uma das coordenadoras da pesquisa, a maioria das pessoas estudadas está na faixa de 35/44 anos. Nem todos os problemas de obesidade estão associados à tireóide. “Tomar hormônio para controlar o peso traz efeitos positivos mínimos e pode ser muito negativo”, diz. Uma glândula fundamental Localizada na base do pescoço, a tireóide em forma de asa de borboleta é uma das maiores do corpo humano. No adulto seu peso é de aproximadamente 15 a 25 grs. A função da glândula tireóide é produzir, armazenar e liberar hormônios tireoidianos na corrente sangüínea. Esses hormônios, também conhecidos como T3 e T4, agem em quase todas as células do organismo. Quando os seus níveis no sangue estão baixos, o corpo funciona mais lentamente. Se há aumento nestas taxas, ele trabalha de forma mais acelerada, também afirma o Dr. Mario Uaisman, professor de endocrinologia da UFRJ. O médico afirma ainda que a quantidade de hormônios tireoidianos produzidos pela glândula tireóide é controlada por uma glândula que se encontra no cérebro chamada pituitária, ou glândula hipófise. Outra parte do cérebro, o hipotálamo, envia informações à hipófise. Coração, cérebro, fígado e rins, os principais órgãos do corpo humano, dependem da tireóide, que interfere no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes. Na regulação dos ciclos menstruais, na fertilidade, no peso, na memória, na concentração, no humor e no controle emocional. É fundamental que ela esteja em perfeito funcionamento para garantir a harmonia do organismo. As disfunções da tireóide Apresentada no 13º Internacional Thyroid Meeting em Buenos Aires, a pesquisa realizada pela UFRJ e UERJ é o primeiro estudo epidemiológico brasileiro sobre a doença. Segundo os médicos que o coordenaram, 12,3% da população brasileira feminina acima de 35 anos tem alguma forma de hipotireoidismo. Na Holanda o índice é de 10,8%, nos Estados Unidos é de 9,5% e na Espanha é de 4,7. A doença causada pela diminuição do funcionamento da tireóide pode acarretar pele seca, sonolência, déficit de atenção, diminuição de apetite, fraqueza muscular, raciocínio lento e depressão, entre outros sintomas. As alterações: Hipo e Hipertireoidismo As causas do hipotireoidismo podem ser: uma doença autoimune, a tireóide de Hashi, Oto, ou o uso de medicamento que contenha amiodarona lítio ou iodo. A doença predomina no sexo feminino e pode também provocar irregularidade menstrual, infertilidade e galactorréia (aparecimento de leite nas mamas fora do período de gestação e puerpério). O diagnostico é feito através do exame de TSH e dosagem de T4. O tratamento utiliza um medicamento à base de Tiroxina Toda mulher deveria fazer o exame no pré-natal e no início da menopausa. O risco da doença aumenta com a idade sendo mais freqüente neste período. O diagnóstico precoce e o tratamento correto melhoram a qualidade de vida dos pacientes, diz Dr. Uaisman. O hipertireoidismo se caracteriza pelo aumento do funcionamento da tireóide. Decorre de doenças autoimunes ou de nódulos na tireóide. A doença pode, ainda se desenvolver pela ingestão de hormônio tireoidiano. Os estudos realizados apresentam dados significativos em relação à ingestão desse hormônio, que pode estar presente nas pílulas de emagrecimento. O hipertireoidismo pode acelerar a osteoporose e precipitar uma arritmia cardíaca. A doença sozinha não mata, mas traz conseqüências que, se não tratadas a tempo, levam à morte. Os sintomas são: fome excessiva, aumento do ritmo intestinal, nervosismo, insônia, tremores, intolerância ao calor, palpitações e cabelo seco. Esses sinais passam despercebidos ou são confundidos com estresse ou cansaço, diz. O Dr. Mario afirma que o uso dessas pílulas é muito arriscado. Na maioria das vezes, as mulheres não sabem o que contém nas pílulas que ingerem. No entanto, basta tomar o medicamento por três semanas, para ter problemas de supressão do TSH e aumento do hormônio tireoidiano. Os danos à saúde são sérios. Às vezes os sintomas aparecem de uma só vez, alerta o Dr. Uaisman. Diagnosticar as doenças da tireóide não é difícil. O tratamento precoce pode salvar vidas. Se você deseja exibir um corpo bonito, evite receitas que prometem resultados imediatos. Não existem fórmulas milagrosas, o que existe é a persistência em controlar a alimentação, fazer exercícios físicos e você conseguirá ter o corpo tão sonhado sem correr riscos. Acima de tudo “se ame”. |
CANCÊR DE MAMA!!!!
| Dr. Luis Gerk de A. Quadros e-mail: mama@virtual.epm.br |
Primeiro, a dúvida ... um caroço, um nódulo, um exame com "problema"...
Depois, a espera: uma biópsia da mama...
Enfim, o diagnóstico: câncer de mama!
E agora? Vou morrer? Quanto tempo tenho de vida? E o meu seio?
E os meus filhos? Como vão ficar?
E o meu marido, quando souber?
Depois, a espera: uma biópsia da mama...
Enfim, o diagnóstico: câncer de mama!
E agora? Vou morrer? Quanto tempo tenho de vida? E o meu seio?
E os meus filhos? Como vão ficar?
E o meu marido, quando souber?
Quantas dúvidas e "certezas" passam na cabeça de uma mulher nesse momento...
Ouça os profissionais de saúde que estão envolvidos no seu tratamento.
Anote suas perguntas e ... Pergunte! Desabafe!
Ouça os profissionais de saúde que estão envolvidos no seu tratamento.
Anote suas perguntas e ... Pergunte! Desabafe!
Apesar de ser um tumor maligno, o câncer de mama é uma doença que pode ser curada se detectada a tempo, o que nem sempre é possível pois o medo de um diagnóstico é muito grande. Não perca tempo!
Se você acha que tem um caroço na mama, procure um médico imediatamente!
Se você acha que tem um caroço na mama, procure um médico imediatamente!
Como é feito o diagnóstico:
- Auto-exame;
- Exame clínico;
- Mamografia;
- Biópsia.
- Exame clínico;
- Mamografia;
- Biópsia.
Auto-exame
A maioria dos nódulos que aparecem nas mamas são benignos. Os cistos são as alterações benignas mais comuns. São dolorosos e aumentam antes da menstruação. Eles não se transformam em câncer.
Os fibroadenomas também são tumores benignos freqüentes e podem ser tratados facilmente apenas com uma pequena cirurgia, geralmente com anestesia local.
A saída de secreção pelo mamilo pode ser normal. Porém, quando esta saída de secreção é de um lado só, sai sem apertar e é sanguinolenta ou totalmente transparente (como água) , deve ser investigada.
O câncer é um nódulo que cresce rapidamente e geralmente não dói.
Como realizar o auto-exame
A mulher pode fazer a detecção precoce do câncer de mama através de um exame visual e de palpação. Este exame deve ser realizado cerca de 7 dias após a menstruação ou, para aquelas que não menstruam mais, uma vez por mês (por exemplo, na data do aniversário).
Exame visual
1) Em frente ao espelho, olhe suas mamas, procurando alterações nos mamilos ou pregas na pele, assim como covinhas.

2) Junte as mãos atrás da cabeça e empurre-as para a frente. Observe se há alguma mudança na pele ou na forma das mamas.

3) Aperte as mãos firmemente contra os seus quadris e dobre-se um pouco para a frente. Observe com muita atenção se a pele ou a forma das mamas sofrem alguma mudança.

Palpação
1) Deite-se com uma almofada pequena embaixo das costas do lado direito, com o braço deste mesmo lado debaixo da nuca.

2) Com os três dedos do meio da sua mão esquerda, examine a mama direita, firme e cuidadosamente, em toda a sua extensão. Comece pela superfície externa, apertando a parte média e plana dos seus dedos contra a mama. Mova-os em pequenos círculos de fora para dentro, até chegar ao mamilo. Preste atenção se existem massas ou inchaços que você não tenha notado antes.

3) Repita o procedimento para examinar a mama esquerda.
4) Agora, de pé, toque suavemente a mama direita com os dedos da mão esquerda , começando na axila e movendo pouco a pouco a mão ao redor da mama em direção ao mamilo.

5) Inverta a posição para examinar o lado esquerdo. Este exame pode ser feito também durante o banho, já que, com o peito ensaboado, os dedos deslizam facilmente e não é preciso pressionar.

Exame clínico
É o exame das mamas realizado pelo médico.
O exame das mamas deve ser feito rotineiramente em consulta ginecológica, a cada seis meses.
Além do ginecologista, existe ainda um médico especialista em doenças das mamas, chamado mastologista . Em caso de dúvida, o ginecologista pode encaminhar a paciente ao mastologista.
Além disso, qualquer médico pode fazer o exame das mamas, inclusive o clínico geral.
Atenção : A mamografia não substitui o exame das mamas realizado pelo médico. Existem nódulos que não aparecem na mamografia, mas são palpáveis!
O exame das mamas deve ser feito rotineiramente em consulta ginecológica, a cada seis meses.
Além do ginecologista, existe ainda um médico especialista em doenças das mamas, chamado mastologista . Em caso de dúvida, o ginecologista pode encaminhar a paciente ao mastologista.
Além disso, qualquer médico pode fazer o exame das mamas, inclusive o clínico geral.
Atenção : A mamografia não substitui o exame das mamas realizado pelo médico. Existem nódulos que não aparecem na mamografia, mas são palpáveis!
Mamografia
Para saber se um tumor é benigno ou maligno, o médico precisará fazer alguns exames. O principal deles é a mamografia, que é feita com um aparelho de raio-X especial.
Este exame é muito simples: consiste em colocar a mama entre 2 placas de acrílico, que será comprimida. É importante saber que para fazer um exame adequado é necessário apertar um pouco a mama. Portanto, pode incomodar se for realizado quando as mamas estiverem dolorosas (por exemplo: antes da menstruação).
Assim, deve ser feito cerca de uma semana após a menstruação.
Assim, deve ser feito cerca de uma semana após a menstruação.
É um exame obrigatório em mulheres com mais de 40 anos ou já a partir dos 35 anos quando existirem muitos casos de câncer de mama na família. Geralmente é realizado uma vez ao ano. Em mulheres com menos de 35 anos, normalmente não é necessário fazer este exame devido à característica própria da glândula nessa idade.
A radiação recebida pela paciente durante a realização do exame é um pouco maior que uma chapa de pulmões, portanto não é prejudicial .
A mamografia permite descobrir o câncer de mama quando o tumor é bem pequeno e ainda não é percebido na palpação.
Biópsia
Quando o exame de palpação ou a mamografia forem suspeitos, é necessária a confirmação do diagnóstico através da biópsia. A biópsia é a retirada de um pedaço do nódulo suspeito através de uma pequena cirurgia ou através de agulhas, dependendo de cada caso. O nódulo pode também ser retirado por inteiro. Este material é então analisado e depois de alguns dias, se for necessário, faz-se a cirurgia.
Biópsia e cirurgia
Com freqüência, a mulher que possui um nódulo suspeito pode fazer a biópsia e a cirurgia de uma só vez. Enquanto a mulher aguarda na sala de cirurgia, ainda anestesiada, o caroço é retirado e imediatamente analisado e confirmado ou não o diagnóstico de câncer. Se confirmado, continua-se a cirurgia com a retirada parcial ou total da mama.
É importante saber que em nenhum dos casos existe prejuízo para o tratamento. Não existe solução ideal. Fazer a cirurgia no mesmo dia ou após alguns dias não irá mudar nada. Cada mulher nesta situação deverá conversar com seu médico para decidir o que é mais adequado.
As Unhas Podem Indicar Problemas de Saúde.
PODOLOGIA
As Unhas Podem Indicar Problemas de Saúde.
Por Denise Steiner – Médica Dermatologista
Caro(a) Leitor(a),
Muitas vezes, não damos a atenção que deveríamos dar às nossas unhas, e nem mesmo nos lembramos de que elas podem indicar problemas de saúde.
Por isso, trouxe um artigo escrito pela Médica Dermatologista Denise Steiner que traz os principais problemas de saúde que são manifestados nas unhas.
Esse artigo foi escrito publicado na Revista Cosmetics & Toiletries (vol. 19, jul-ago 2007). Vale a pena conferir! Abraços a todos.
As unhas são anexos cutâneos e são formadas por diferenciação de alguns segmentos da pele. Possuem muita queratina e estão envolvidas no processo de proteção do organismo em relação ao meio externo. As unhas, mais até do que a própria cútis, são termômetros do que está ocorrendo no organismo humano.
Um exame atento a estas estruturas pode auxiliar em diagnósticos difíceis, bem como permitir um tratamento precoce de doenças internas, dizem os especialistas em dermatologia. Isto ocorre porque estas estruturas crescem continuamente e recebem estímulos hormonais diversos ou até mesmo alterações nutricionais – a unha pode interromper seu crescimento ou apresentar alterações de estrutura.
Portanto, podem mostrar, em primeira mão, as alterações invisíveis por outros sintomas. É interessante encarar as informações descritas nos blocos no final deste texto como marcadores internos que sinalizam, de forma precoce, problemas que podem ser melhor diagnosticados e tratados.
A unha normal é transparente, lisa, suave, permanecendo colada ao seu leito e apresentando crescimento contínuo adulto. A unha das mãos demora, em médias, de 5 a 6 meses para crescer da base até a ponta, e as dos pés, de 8 a 12 meses. É bom lembrar que existem variações individuais, relacionadas à raça, idade, ambiente, ocupação, etc.
Diversas alterações na cor, aparência, superfície e crescimento podem significar problemas internos.
Doenças:
• Anemia: Unhas quebradiças, secas, opacas, sulcos transversais (vários), coiloniguia (formato côncavo da unha), onicólise (descolamento distal)
• Doenças cardíacas: Unhas curvadas para baixo, alargadas, coloração arroxeada e pontos arroxeados.
• Doenças renais: Engrossamento das unhas, coloração amarelada ou cinzenta, linhas transversais esbranquiçadas, unha metade marrom, metade clara
• Doenças no fígado: Unhas de Terry – ocorre na cirrose – cor esbranquiçada na parte proximal e coloração normal na parte distal, unha pálida amarelada, arredondamento e aumento da unha.
• Doenças gastrointestinais: Pontos hemorrágicos, unhas doloridas, frágeis e que se deslocam da parte distal ou descamam.
• Diabete: Unhas avermelhadas e com vasos na pele, engrossamento das unhas, micose mais freqüente e engrossamento e endurecimento das pontas dos dedos.
• Hipertireoidismo: Afinamento e enfraquecimento das unhas, descolamento da parte distal das unhas, abaulamento.
• Hipotireoidismo: Unhas opacas, engrossamento.
• Lúpus eritematoso: Hemorragia da cutícula, machas brascas na unha, depressão puntiformes e descolamento da parte distal da unha.
• Reumatismo: Unhas amareladas, sulcos transversais, lúnula avermelhada e engrossamento sob a unha.
• Leucemia: Unha quebradiça, hiperqueratose (engrossamento) ou perda total da unha.
• Aids: Infecção das unhas por fungos e cândida, vírus e herpes e sarcoma de Kaposi (tumor vascular).
Deficiências Nutricionais
Vitamina A: Unha com aspecto de casca de ovo, esbranquiçada e quebradiça.
Vitamina B12: Linhas longitudinais escurecidas, cor azul enegrecida.
Vitamina C: Hemorragia subunguenal, pontos avermelhados no leito unguenal.
Zinco: Coloração acinzentada, cutícula seca e engrossada, descamação intensa ao redor das unhas, linhas transversais bem acentuadas.
Nicotinamida B3 (pelagra – doença de alcoólatra): Linhas transversais esbranquiçadas, ausência de brilho e descolamento da parte distal da unha.
Drogas:
Minociclina: Cor azulada nas unhas.
Tetraciclina: Cor marrom e descolamento distal.
Anticonvulsivantes: Diminuição do tamanho das unhas.
Antidepressivo: Unhas com manchas brancas.
Retinóides: Afinamento das unhas, leuconiguia (pontos brancos).
Fonte: Cosmetics & Toiletries, vol. 19, jul-ago 2007
As Unhas Podem Indicar Problemas de Saúde.
Por Denise Steiner – Médica Dermatologista
Caro(a) Leitor(a),
Muitas vezes, não damos a atenção que deveríamos dar às nossas unhas, e nem mesmo nos lembramos de que elas podem indicar problemas de saúde.
Por isso, trouxe um artigo escrito pela Médica Dermatologista Denise Steiner que traz os principais problemas de saúde que são manifestados nas unhas.
Esse artigo foi escrito publicado na Revista Cosmetics & Toiletries (vol. 19, jul-ago 2007). Vale a pena conferir! Abraços a todos.
As unhas são anexos cutâneos e são formadas por diferenciação de alguns segmentos da pele. Possuem muita queratina e estão envolvidas no processo de proteção do organismo em relação ao meio externo. As unhas, mais até do que a própria cútis, são termômetros do que está ocorrendo no organismo humano.
Um exame atento a estas estruturas pode auxiliar em diagnósticos difíceis, bem como permitir um tratamento precoce de doenças internas, dizem os especialistas em dermatologia. Isto ocorre porque estas estruturas crescem continuamente e recebem estímulos hormonais diversos ou até mesmo alterações nutricionais – a unha pode interromper seu crescimento ou apresentar alterações de estrutura.
Portanto, podem mostrar, em primeira mão, as alterações invisíveis por outros sintomas. É interessante encarar as informações descritas nos blocos no final deste texto como marcadores internos que sinalizam, de forma precoce, problemas que podem ser melhor diagnosticados e tratados.
A unha normal é transparente, lisa, suave, permanecendo colada ao seu leito e apresentando crescimento contínuo adulto. A unha das mãos demora, em médias, de 5 a 6 meses para crescer da base até a ponta, e as dos pés, de 8 a 12 meses. É bom lembrar que existem variações individuais, relacionadas à raça, idade, ambiente, ocupação, etc.
Diversas alterações na cor, aparência, superfície e crescimento podem significar problemas internos.
Doenças:
• Anemia: Unhas quebradiças, secas, opacas, sulcos transversais (vários), coiloniguia (formato côncavo da unha), onicólise (descolamento distal)
• Doenças cardíacas: Unhas curvadas para baixo, alargadas, coloração arroxeada e pontos arroxeados.
• Doenças renais: Engrossamento das unhas, coloração amarelada ou cinzenta, linhas transversais esbranquiçadas, unha metade marrom, metade clara
• Doenças no fígado: Unhas de Terry – ocorre na cirrose – cor esbranquiçada na parte proximal e coloração normal na parte distal, unha pálida amarelada, arredondamento e aumento da unha.
• Doenças gastrointestinais: Pontos hemorrágicos, unhas doloridas, frágeis e que se deslocam da parte distal ou descamam.
• Diabete: Unhas avermelhadas e com vasos na pele, engrossamento das unhas, micose mais freqüente e engrossamento e endurecimento das pontas dos dedos.
• Hipertireoidismo: Afinamento e enfraquecimento das unhas, descolamento da parte distal das unhas, abaulamento.
• Hipotireoidismo: Unhas opacas, engrossamento.
• Lúpus eritematoso: Hemorragia da cutícula, machas brascas na unha, depressão puntiformes e descolamento da parte distal da unha.
• Reumatismo: Unhas amareladas, sulcos transversais, lúnula avermelhada e engrossamento sob a unha.
• Leucemia: Unha quebradiça, hiperqueratose (engrossamento) ou perda total da unha.
• Aids: Infecção das unhas por fungos e cândida, vírus e herpes e sarcoma de Kaposi (tumor vascular).
Deficiências Nutricionais
Vitamina A: Unha com aspecto de casca de ovo, esbranquiçada e quebradiça.
Vitamina B12: Linhas longitudinais escurecidas, cor azul enegrecida.
Vitamina C: Hemorragia subunguenal, pontos avermelhados no leito unguenal.
Zinco: Coloração acinzentada, cutícula seca e engrossada, descamação intensa ao redor das unhas, linhas transversais bem acentuadas.
Nicotinamida B3 (pelagra – doença de alcoólatra): Linhas transversais esbranquiçadas, ausência de brilho e descolamento da parte distal da unha.
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Minociclina: Cor azulada nas unhas.
Tetraciclina: Cor marrom e descolamento distal.
Anticonvulsivantes: Diminuição do tamanho das unhas.
Antidepressivo: Unhas com manchas brancas.
Retinóides: Afinamento das unhas, leuconiguia (pontos brancos).
Fonte: Cosmetics & Toiletries, vol. 19, jul-ago 2007
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